Qual o valor vou esconder de você?
Eu deixo por aí...
Se eu fugir?
Pra mim serve qualquer lugar
Pra eu ficar, bem longe ou perto de você.
Nenhum valor vou esconder de você!
E eu fico por aqui...
Sem fingir!
Pra mim serve qualquer lugar
Pra eu ficar, bem perto de você.
A onde?
Pra mim serve qualquer lugar...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Hoje, o vazio está me consumindo!
Estou aqui sozinha, no meu quarto, que parece não me pertencer mais!
Acabei de colocar uma música do Barry White, é linda, me faz lembrar do bar azul!
Olho para os livros na minha estante, olho pro piano e para as fotos européias.
Mas essa noite é triste e confusa sem você.
Hoje eu acordei na sua cama, que não é cama, a gente inventa tudo sempre.
Agora irei dormir na minha cama, que também não é cama!
Talvez ela seja só um pequeno detalhe.
Um detalhe na qual eu não pertenço mais.
São 3:11 da manhã.
Amanhã meu dia será longo e belo.
Espero.
Será.
Estou aqui sozinha, no meu quarto, que parece não me pertencer mais!
Acabei de colocar uma música do Barry White, é linda, me faz lembrar do bar azul!
Olho para os livros na minha estante, olho pro piano e para as fotos européias.
Mas essa noite é triste e confusa sem você.
Hoje eu acordei na sua cama, que não é cama, a gente inventa tudo sempre.
Agora irei dormir na minha cama, que também não é cama!
Talvez ela seja só um pequeno detalhe.
Um detalhe na qual eu não pertenço mais.
São 3:11 da manhã.
Amanhã meu dia será longo e belo.
Espero.
Será.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Prelúdio
escrevi esta canção imaginando uma casa antiga, um corredor iluminado com velas e uma sala com um piano onde eu me encontrarei com o personagem principal dessa minha breve e pequena história de amor e mistério folclórico.
"foi-se um dia calado
sem ninguém pra me ouvir falar
cai a noite, é bem tarde
no que estou a me lamentar
fogo
que estende em mim
em tormentos
pedes a ficar?
eu queria saber
em que rodas vou te esperar?
nunca esteve tão tarde
vou-me embora se mdisfarçar
prestes...
ao que não foi
vestes...
seu terno de rosa
em meu jardim
dance...
mais uma valsa"
"foi-se um dia calado
sem ninguém pra me ouvir falar
cai a noite, é bem tarde
no que estou a me lamentar
fogo
que estende em mim
em tormentos
pedes a ficar?
eu queria saber
em que rodas vou te esperar?
nunca esteve tão tarde
vou-me embora se mdisfarçar
prestes...
ao que não foi
vestes...
seu terno de rosa
em meu jardim
dance...
mais uma valsa"
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
ontem, eu a vi indo embora.
ela subiu a pé o desfiladeiro
com uma malinha rosa, cheio de etiquetas nas mãos.
seu casaco era cinza escuro, com a gola de pele.
o frio era intenso, mas gostoso de sentir e respirar.
a lua estava crua e nua. mordida em vários pedaços.
e seus sapatos um pouco sujos de terra.
dava pra perceber em seus olhos o arrependimento
acho que ela rezava pra perder seu trem.
e ao mesmo tempo, pra ele correr até a estação.
talvez o destino tivesse planejado algo inusitado
ou talvez a ironia do mesmo, o deixasse só novamente.
ninguem entendeu tal atitude.
ela simplesmente se levantou de manhã, sempre do mesmo jeito
tomou seu café, na xícara florida
leu o jornal do dia, analisou o tempo cinza, estava belo, disse ela.
pegou seu casaco e saiu a pé.
tocou sua viola, em dó maior, junto a orquestra sinfonica da fundação
estudou todas as notas e escalas musicais durante seu dia
voltou pra casa e leu um livro velho.
que já estava no final.
o final?
será o final que a colocou numa situação fugitiva
em agonia eterna, sentindo borbulhar dentro de ti
a solidão, a sensação de liberdade ou a depressaõ?
fazia pouco o tempo que ela tinha me visto sentado
debaixo da árvore no parque, prestigiando seu concerto
em praça pública, com a turma da orquestra sinfonica.
ela estava linda com seus cabelos ruivos, e a face meio
duvidosa. eu não sabia se ela estava muito normal, mas
sabia que ela era diferente de todas as outras que conheci.
mesmo deixando-a ir embora, eu pensei em me despedir.
quando ela olhou pra mim, eu senti o coração extremecer.
eu a procurei por todos os lados, fui aos cafés de veneza,
aos museus de arte sacra, praças rosas, livrarias, escolas
de musica e espaços culturais. pensei em como seria
a noite em meu apartamento solitario, com sua presença.
eu seria o melhor poeta da cidade, um grande pintor renascentista,
um gênio da filosofia moderna, um sociologo, historiador ou
apenas eu mesmo, sem juízo e sem medo do futuro.
talvez eu me esquecesse do mundo la fora e começaria a viver
em função de meu amor, e me perdesse em seus seios nus.
talvez seja melhor pra nós dois ela ir embora pra longe,
e eu nunca mais pensar que eu poderia cair em sua armadilha.
como saberei?
niguém pode prever o amanhã, pois, ele nunca chega.
se nós deixarmos que esse pequeno momento se vá
e escorregue pelos dedos, como o ar, ele voa e se perde.
e se ela for quem eu procuro ou se não for, poderia ser
o amor eterno enquanto estiver ao meu lado.
talvez eu escreva um romance, se eu não viver o mesmo.
agora eu sentei na escada de incendio.
com meu caderno de contos nas mãos.
sem saber o final.
me levanto, corro até o elevador, saio do prédio.
pego o primeiro táxi, vou até a estação de trem.
haviam muitas pessoas, me empurravam, me olhavam
me pediam moedas, me pediam cigarros. onde está ela?
eu cansei. me sento. apoio a cabeça nas mãos e odeio quem sou.
a culpa era toda minha. eu escrevi o mais triste final.
agora, ela se foi.
Veneza jamais será a mesma.
ela subiu a pé o desfiladeiro
com uma malinha rosa, cheio de etiquetas nas mãos.
seu casaco era cinza escuro, com a gola de pele.
o frio era intenso, mas gostoso de sentir e respirar.
a lua estava crua e nua. mordida em vários pedaços.
e seus sapatos um pouco sujos de terra.
dava pra perceber em seus olhos o arrependimento
acho que ela rezava pra perder seu trem.
e ao mesmo tempo, pra ele correr até a estação.
talvez o destino tivesse planejado algo inusitado
ou talvez a ironia do mesmo, o deixasse só novamente.
ninguem entendeu tal atitude.
ela simplesmente se levantou de manhã, sempre do mesmo jeito
tomou seu café, na xícara florida
leu o jornal do dia, analisou o tempo cinza, estava belo, disse ela.
pegou seu casaco e saiu a pé.
tocou sua viola, em dó maior, junto a orquestra sinfonica da fundação
estudou todas as notas e escalas musicais durante seu dia
voltou pra casa e leu um livro velho.
que já estava no final.
o final?
será o final que a colocou numa situação fugitiva
em agonia eterna, sentindo borbulhar dentro de ti
a solidão, a sensação de liberdade ou a depressaõ?
fazia pouco o tempo que ela tinha me visto sentado
debaixo da árvore no parque, prestigiando seu concerto
em praça pública, com a turma da orquestra sinfonica.
ela estava linda com seus cabelos ruivos, e a face meio
duvidosa. eu não sabia se ela estava muito normal, mas
sabia que ela era diferente de todas as outras que conheci.
mesmo deixando-a ir embora, eu pensei em me despedir.
quando ela olhou pra mim, eu senti o coração extremecer.
eu a procurei por todos os lados, fui aos cafés de veneza,
aos museus de arte sacra, praças rosas, livrarias, escolas
de musica e espaços culturais. pensei em como seria
a noite em meu apartamento solitario, com sua presença.
eu seria o melhor poeta da cidade, um grande pintor renascentista,
um gênio da filosofia moderna, um sociologo, historiador ou
apenas eu mesmo, sem juízo e sem medo do futuro.
talvez eu me esquecesse do mundo la fora e começaria a viver
em função de meu amor, e me perdesse em seus seios nus.
talvez seja melhor pra nós dois ela ir embora pra longe,
e eu nunca mais pensar que eu poderia cair em sua armadilha.
como saberei?
niguém pode prever o amanhã, pois, ele nunca chega.
se nós deixarmos que esse pequeno momento se vá
e escorregue pelos dedos, como o ar, ele voa e se perde.
e se ela for quem eu procuro ou se não for, poderia ser
o amor eterno enquanto estiver ao meu lado.
talvez eu escreva um romance, se eu não viver o mesmo.
agora eu sentei na escada de incendio.
com meu caderno de contos nas mãos.
sem saber o final.
me levanto, corro até o elevador, saio do prédio.
pego o primeiro táxi, vou até a estação de trem.
haviam muitas pessoas, me empurravam, me olhavam
me pediam moedas, me pediam cigarros. onde está ela?
eu cansei. me sento. apoio a cabeça nas mãos e odeio quem sou.
a culpa era toda minha. eu escrevi o mais triste final.
agora, ela se foi.
Veneza jamais será a mesma.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
A Fala
o que dizer? se estou nadando na maré das ilusões renovadas de meu diário adolescente!
vejo com os olhos pintados o sol refletindo a cor de mel, um espelho pequeno e solitário.
o trânsito está longo, no rádio a canção é sempre a mesma e meus pensamentos estão longe daqui. a colina está muito íngrime para meus passos curtos, está difícil de subir. talvez á xícara dourada do café da manhã apareça só nos contos de fadas, ou na vida paralela de Tim Burton.
já esperei demais, eu quero sempre o melhor. ainda que um dia eu soubesse, ou uma noite eu ainda irei te dizer, a frase combinada com o resultado de todo o tempo vivido entre nós.
ainda é cedo.
ou será...
tarde demais?
vejo com os olhos pintados o sol refletindo a cor de mel, um espelho pequeno e solitário.
o trânsito está longo, no rádio a canção é sempre a mesma e meus pensamentos estão longe daqui. a colina está muito íngrime para meus passos curtos, está difícil de subir. talvez á xícara dourada do café da manhã apareça só nos contos de fadas, ou na vida paralela de Tim Burton.
já esperei demais, eu quero sempre o melhor. ainda que um dia eu soubesse, ou uma noite eu ainda irei te dizer, a frase combinada com o resultado de todo o tempo vivido entre nós.
ainda é cedo.
ou será...
tarde demais?
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Andando a pé até a colina esta noite e você tem fechado os olhos Eu desejo, eu não quero ter que fazer todos esses erros e ser sábio Por favor, tente ser paciente e saiba que ainda estou aprendendo Lamento que você tem que ver a força dentro de mim queimando
Onde está o meu anjo agora?Você não me ver chorando?
E eu sei que você não pode fazer tudo mas você não pode dizer eu não estou tentando
Eu estou meus joelhos na frente dele mas ele parece que ele não me ver
Mas todos os problemas em sua mente eles estam olhando e pensando em mim
E eu estou me deixando para baixo junto a este fogo sobre você
E eu desejo que você podesse ver a metade dos meus problemas também
Olhando para você dormindo
Eu estou com o homem que amo
Estou aqui sentado em prantos enquanto que as horas passam tão lentamente
E eu sei que pela manhã Eu vou ter que deixar você ir
E você será apenas um homem uma vez que eu usei para saber
E, para estes últimos dias alguém que eu não reconheço
Isso não é só culpa minha quando você vai perceber
Olhando para você indo embora
Estou procurando um sinal
Marketa Irglová (the hill)
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
quando você nasceu, eu já brincava de boneca na sala de casa. quando você escrevia sua primeira palavra, numa folha qualquer, eu pensava no garoto bonito da escola. quando você sonhava com as estrelas dos filmes de hollywood, eu tornava-me a estrela do meu próprio momento nos bailes da vida. quando você descobria o prazer do seu próprio corpo, eu descobria o prazer de estar com álguem. quando você deu seu primeiro beijo, eu fiz amor pela primeira vez. quando você esteve com medo da vida, eu estive com medo da solidão. quando você gritava nas ruas com a turma do colegial, eu chorava de alegria por colocar no mundo um bebê. quando você viajava por aí, eu viaja por aqui, em minha mente. quando você se apaixonava a cada dia que passava, eu me apaixonava a cada noite pelo meu caminho percorrido. quando você veio embora, eu também vim embora. quando você pensou em mim, eu também pensei em você. quando você me olhou, eu também te olhei. quando você me tocou, eu também te toquei. quando você me amou, como um homem, eu te amei como uma menina, tímida e com medo. quando você sorriu, eu consegui ver que a cada passo dado nós encurtamos a distância até aqui, sutilmente. e nada é por acaso.
amo-te.
amo-te.
domingo, 9 de agosto de 2009
o inevitável precípicio do paraíso sem rumo.
parece bem estranho.
abri meus olhos depois de uma noite mal dormida, sonhando com um encontro inevitavel, pensando nas rosas vermelhas, lembrando das lágrimas dos olhos azuis. deve ser porque durante a manhã, eu mesma abri o portão enquanto ele dormia em prantos. vim embora sozinha. quando entrei no elevador, meu olho direito apresentava marcar negras em minha face, eu estava esbelta, louca e cheirando cigarro velho. meu vizinho me viu, eu sorri e o desejei bom dia, segurando nas mãos meus sapatos de maria antonieta. depois não conseguia pregar meus olhos. fiquei um pouco preocupada com as palavras sem nexo da noite anterior, que nos levaram áquela cama que não é cama, e nos deixou sem saber quem éramos. eu precisava ir embora o quanto antes, hoje é o dia da comemoração. mas minha ausência o entristece, e seu cheiro me prende. já estou lasciva. você me deixa com um sentimento de liberdade, quando o papel branco pede palavras, eu escrevo. com você é assim. ele é tão branquinho e eu o amo tanto. como podes pensar que meu passado me vem á mente? eu odeio isso. pra mim só existe o sentimento mais puro e grandioso. o inevitavel nos pregou uma peça...agora estamos interagindo com o destino.
e amanhã é segunda feira, começarei finalmente a subir a colina.
me acompanha?
temos um longo caminho pela frente...
parece bem estranho.
abri meus olhos depois de uma noite mal dormida, sonhando com um encontro inevitavel, pensando nas rosas vermelhas, lembrando das lágrimas dos olhos azuis. deve ser porque durante a manhã, eu mesma abri o portão enquanto ele dormia em prantos. vim embora sozinha. quando entrei no elevador, meu olho direito apresentava marcar negras em minha face, eu estava esbelta, louca e cheirando cigarro velho. meu vizinho me viu, eu sorri e o desejei bom dia, segurando nas mãos meus sapatos de maria antonieta. depois não conseguia pregar meus olhos. fiquei um pouco preocupada com as palavras sem nexo da noite anterior, que nos levaram áquela cama que não é cama, e nos deixou sem saber quem éramos. eu precisava ir embora o quanto antes, hoje é o dia da comemoração. mas minha ausência o entristece, e seu cheiro me prende. já estou lasciva. você me deixa com um sentimento de liberdade, quando o papel branco pede palavras, eu escrevo. com você é assim. ele é tão branquinho e eu o amo tanto. como podes pensar que meu passado me vem á mente? eu odeio isso. pra mim só existe o sentimento mais puro e grandioso. o inevitavel nos pregou uma peça...agora estamos interagindo com o destino.
e amanhã é segunda feira, começarei finalmente a subir a colina.
me acompanha?
temos um longo caminho pela frente...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
alguns segredos de um Caterpillar
Não foram muitas as vezes que amei. Quando meu céu virou baunilha, eu vi que a vida era bela e infinita e que eu poderia um dia ser Julieta! Acabei me perdendo um pouco em minhas fantasias escritas em passados remotos onde a menina sonhadora ouvia vozes do alem que na verdade eram coisas de sua própria mente. Eu escrevia uma história em um caderno pequeno que hoje já não me importa mais.
Aprendi a crescer sem ser otária! Continuo a mesma garota que andava de skate perto da escola e matava aula pra ir á biblioteca pública ler sobre a vida de Shakespeare! Já pulei muros, minhas calças eram rasgadas e meus saltos sempre quebrados! Meu interesse era maior nos contos de José de Alencar do que nas aulas de biologia! Nunca fui uma boa aluna. Sempre fui uma boa pensadora.
Hoje me encaixo na sociedade anônima e minha alma pertence á um só homem.
Aquele na qual sinto o cheiro quando acordo assustada vendo jornal nas madrugadas sonolentas.
Abre o portão que eu vou embora.
Já são quase 5 da manhã meu amor.
Não me abandone...
Aprendi a crescer sem ser otária! Continuo a mesma garota que andava de skate perto da escola e matava aula pra ir á biblioteca pública ler sobre a vida de Shakespeare! Já pulei muros, minhas calças eram rasgadas e meus saltos sempre quebrados! Meu interesse era maior nos contos de José de Alencar do que nas aulas de biologia! Nunca fui uma boa aluna. Sempre fui uma boa pensadora.
Hoje me encaixo na sociedade anônima e minha alma pertence á um só homem.
Aquele na qual sinto o cheiro quando acordo assustada vendo jornal nas madrugadas sonolentas.
Abre o portão que eu vou embora.
Já são quase 5 da manhã meu amor.
Não me abandone...
domingo, 2 de agosto de 2009
nesse domingo, acordei sem te ver ao meu lado. desde as épocas dos teatros ingleses e das roupas de veludo preto, eu presencio a dor de não poder te ter em meu leito. ando devagar atropelando os sentidos vitais me sinto sufocada e com medo do que não posso ser.
eu estou tão cansada ...
me preparo hoje para uma nova etapa onde o céu tocará o chão e a paisagem lá fora será tão bela...! quando se levantar pela manhã, o café estará pronto na varanda em xícaras douradas
com músicas e poesias ao redor de meus olhos, eu sempre sou assim, tão diferente...
eu estou tão cansada ...
me preparo hoje para uma nova etapa onde o céu tocará o chão e a paisagem lá fora será tão bela...! quando se levantar pela manhã, o café estará pronto na varanda em xícaras douradas
com músicas e poesias ao redor de meus olhos, eu sempre sou assim, tão diferente...
pois...
daqui a pouco, já é hora de trabalhar, mais uma vez. já estou com saudades dos dias de sol e saudades das noites após o cinema. aqui, vou-me embora para o silêncio da madrugada, e se quiser meu amor, poderás ficar mais um dia ao meu lado.
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